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terça-feira, 10 de março de 2009

Capítulos V e VI

[Capítulos anteriores abaixo desse post]

Capítulo V- O interrogatório


-Sennhorita Charllote o dever da polícia é prender criminosos.Se o senhor Edouard Bitterncourt foi realmente assassinado é nossa fun...
-Se?Ele pode não ter sido assassinado?
-Suicidio.
A palavra pegou Charllote desprevinida.Ela não pode evitar que uma expressão de surpresa se formasse em seu rosto.
-Algum problema senhorita?
-Não...Eu só não tinha pensado nisso.-respirou fundo-Pode continuar.
-Então,como eu dizia,é obrigação da polícia saber o que de fato aconteceu e a senhorita é o vínculo mais próximo que temos dele.Sabemos que a família dele mora em outra cidade.
-É verdade.
-E vocês moravam juntoas faz muito tempo?
-Quatro anos.
-E a vida profissional de Edouard?
-Tranquila.Edouard trabalhava como advogado e pouco reclamava.Adorava o que fazia.
-Ele tinha inimigos?
-Não que eu soubesse...-Charllote começava a se assustar.
-Ele costumava ir ao píer da cidade?
-Quando brigavamos,mas fazia tempo que isso não acontecia.
-A senhorita tem ideia do que ele estava fazendo lá naquela noite?
-Não.Ele só chegaria de viagem no dia seguinte.
-E pra onde ele estava?
-Toutonville.Viajou a trabalho.
-Qual companhia aerea?Negrito
-TCG airlines.
-Ok.-anotou algo em um papel-Vejo que a senhorita está assustada.Por hoje já o suficiente.Assim que eu precisar,eu aviso a senhorita.
Charllote levantou-se,despediu-se e saiu.

Capítulo VI- Lembranças

Charllote saiu da delegacia e foi almoçar em um restaurente perto dali.A hipótese de suicidio do marido pertubou-a enquanto comia.
Depos,andou um pouco até o ponto de ônibus e esperou cerca de cinco minutos até que ele veio.Subiu e sentou-se no último banco ao lado da janela.
Lembrou-se de Edouard.Eles se conheceram em um ônibus,quatro anos antes.Ele sentou-se ao lado dela e começou a falar das notícias do jornal que estava em sua mão.Algum tempo depois,ele confessou que só tinha feito isso porque se encantou com ela e queria parecer interessante.
Três anos antes,Edouard levou-a para conhecer sua família,porém,eles não gostaram dela.Charllote até tentou colocar um fim no romance depois de a família Bitterncourt ter sido declaradamente contra um possível casamento.No entanto,Edouard não aceitou o posicionamento de Charllote e deixou claro que eles se amavam e estavam casados na alma,não precisavam de papel nenhum.
Devaneou até dois anos antesO jantar surpresa do aniversário de Charllote foi inesquecivel.Edouard convidou todos os seus amigos.Ao final,quando todos foram embora,ele a carregou até o quarto que estava preparado com pétalas de rosa pelo chão e pela cama,além de uma garrafa de champanhe.Colocou-a na cama delicadamente,tirou-lhe a roupa mais delicadamente ainda,beijou-lhe a face,a boca,o corpo e quando Charllote deu por si,já tinha que descer do ônibus e ir para casa.


(Continua)


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Sem previsão sobre quando os próximos capítulos vão ser postados.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Capítulos II,III e IV

[Aos que não sabem:sugiram que leiam o capítulo I que está postado aí em embaixo antes de ler esse post.]

Capítulo II- A notícia
As gotas de chuva fina batiam no vidro da porta da varanda.O céu cinza deixava tudo mais triste.Charllote ainda tentava entender o que havia acontecido nos últimos três dias.
Primeiro,Edouard,seu esposo,não chegou de viagem no dia marcado.Ela tentou falar com ele inúmeras vezes sem sucesso.Algumas horas depois,um delegado de polícia bateu em sua porta e avisou que o corpo de seu marido foi encontrado por pescadores perto do píer da cidade.Ele estava morto e ela ainda não acreditava nisso.
No dia seguinte,ela foi fazer o reconhecimento do corpo.Depois de passar mal e melhorar,foi atrás de uma funerária providenciar o enterro.Acabara de chegar do cemitério.Estava em pé enquanto via a chuva cair e bater na vidraça
Morto.A palavra não lhe saía da cabeça.Charllote podia entender.Quem o mataria?Por que?O que aconteceu naquele píer,naquela noite?O que Edouard estaria fazendo lá?Estava cansada
demais para pensar.Subiu para o eu quarto.Olhou mais uma vez para a chuva.Ela deitou-se em sua cama.Adormeceu.

Capítulo III- O telefonema
Charllote acordou com o telefone tocando.Tateou o criado-mudo ao lado de sua cama,achou o fone e atendeu com voz sonolenta:
-Alô?
-Senhorita Charllote...
-Sim,sou eu.
-Eu sou Victor Vandorf,delegado de polícia.Estive em sua casa para informar sobre o falecimento de...
-Sim,eu lembro.O que quer?
-Estou responsável pelo caso da morte de seu companheiro.Preciso de sua ajuda para tentar solucionar o caso.Será que a senhorita poderia...
-Não,não poderia-Charllote estava irritada e desligou o telefone.
Ainda deitada,Charllote tentou raciocinar.Não conseguiu achar respostas.Desistiu.Pegou o telefone e apertou alguns botões e viu na tela do identificador de chamadas o último número recebido,era o do tal delegado.Teclou o botão de discar e ouviu o telefone chamar apreensiva.

Capítulo III- A delegacia
Olhou-se no espelho.A morena esbelta estava pálida e magra.Charllote calculou que dormiu pelo menos doze horas.Depois de falar com o delgado Victor,combinou de encontrá-lo na delegacia de Baskeville.Tomou um banho e em menos de uma hora estava indo para o centro da cidade.
Após chegar ao centro policial,Charllote foi atendida e logo se viu sentada em frente à cadeira vazia do delegado,separada pela mesa de trabalho bagunçada do investigador.
Ele entrou enquanto dava ordens para alguém do lado de fora da sala.Charllote não se lembrava direito daquele homem forte,de cabelos e olhos negro como a noite.
-Como vai senhorita Charllote?-disse Victor estendendo-lhe a mão.
-Bem...na medida do possível-ela levanou-se e cumprimentou-lhe.
-Sente-se.Precisamos conversar-ele se dirigiu até sua cadeira,fez sinal para que ela sentasse e acomodou-se.
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Sorry Larissa,ele morre.
E não quero torturar ninguém,eu realmente só escrevi até aqui.Talvez domingo eu coloque o capítulo V.
Até o/

quarta-feira, 4 de março de 2009

Capítulo I - A traição

Abriu a porta lentamente,encontrou-os enrolados nos lençóis,me sono profundo.Tentou gritar,mas não conseguiu.Tentou chorar,porém as lágrimas não passaram de pensamentos.Transtornado, ele saiu sem rumo.Quando deu por si,estava no píer do outro lado da cidade.
Olhou para o céu que estava em um tom rosado e lembrou de sua mulher, na tarde em que se beijaram pela primeira vez.Agora,ela estava na cama com outro homem.Um ódio correu-lhe pelas veias.Ódio por tê-la amado mais do que a si próprio.Sentia ódio por ela ter sido tão hipócrita,vulgar.Não estava com ódio do homem que estava em sua cama,ele era apenas mais uma vítima dela.
A brisa começava a soprar mais fria, o mar estava mais agitado, o céu começava a estrelar-se sob o manto negro da noite.Ele lembrou-se do começo do namoro,da mudança para a mesma casa,do ultra-romantismo patético,das brigas que sempre acabavam em reconciliações na cama,na felicidade que sentiam por estar um com o outro.
Ele nunca imaginou que ela seria capaz de traí-lo.Traição era um termo que não existia no vocabulário do dois.Se acontecesse,juraram ambos,a solução seria a morte.Ele,por fim,
não hesitou:jogou-se ao mar.
(Continua)
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Não sou muito boa com narrações,então,não me julguem mal.Assim que eu escrever o segundo capítulo,eu posto aqui.Ah,devo demorar a voltar por aqui...vida de aluna pré-vestibular,sabem como é...
o/

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Wicked-A história não contada das bruxas de Oz

Quem nunca ouviu falar da história do Mágico de Oz?E quem nunca teve dúvidas como:Por que a Bruxa é verde? ou Ela sempre foi má? Como nasceu o homem de lata? Por que o leão é medroso? Para responder essas perguntas é que o grupo de teatro da Escola de Aplicação da UFPa,orgulhosamente,apresente Wicked-A História não contada das Bruxas de Oz!Pois bem,essa é um musical extraordinário que está sendo organizando pela turminha do teatro(a maioria,meus queridos amigos) lá da escola e pelo que me dizem, vai ser um máximo,algo que Belém nunca viu!Afinal,não é todo dia que um show da Brodway vem à cidade.

Só pra vocês
terem uma idéia,aí estão algumas fotos:































Se vocês quiserem ver um vídeo,tem no youtube One Short Day

A peça vai acontecer dias 24 e 25 de novembro e 1° e 2 de dezembro
Teatro Sesi
Ingressos: R$20,00(inteira) e meia para estudantes(ainda não estão à venda,quando estiverem,eu informo)
Mais informações: Ph
Wicked

o/

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Palavras não ditas

Nova Iorque, 17 de Novembro de 2007

Querido Diogo,
Nova Iorque é uma cidade fantástica!Existe um mundo de coisas,pessoas e culturas diferentes e novas!Estou cada dia mais encantada.
No entanto,não lhe escrevo apenas para dizer o quanto minha nova vida é satisfatória.Quero lhe dizer que sinto sua falta,como nunca senti d ninguém antes.Nunca deveria ter te perdido...Agora,sinto que foi tudo culpa minha,por não ter sido tão carinhosa com você como você sempre foi comigo.Desculpe minha frieza,meu jeito difícil...Agora sei que isso me afastou de você.
Queria que você soubesse que mesmo com minha rotina alucinada,mesmo com um mundo completamente novo ao meu redor,ainda não te esqueci.Ainda lembro do teu cheiro,do gosto dos teus lábios,das tuas mãos percorrendo meu corpo,das tuas palavras doces...E nenhuma resposta positiva minha.
Todas as noites,lembro de tudo isso até adormecer.É uma mágoa muito grande que ainda machuca muito.Espero,sinceramente,que você tenha encontrado alguém para dar seus afagos.E desejo que essa pessoas seja merecedora do seu gostar.Enfim,desejo que esteja muito feliz,pois não quero que você sinta a dor que sinto,já que não desejo esse sofrimento para ninguém.
Saudades,
Catherine.


P.s.: Desculpe meu sentimentalismo.Eu simplesmente deixei meu coração guiar a caneta ao escrever.